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15/06/2002Preço do gás sobe em julho

A SCGás está numa sinuca de bico: ou consegue revisar contrato de compra de gás boliviano de modo a garantir competitividade, com preços atrativos, e sensibilizar a indústria catarinense a se utilizar mais deste insumo, ou ficará impossibilitada aumentar investimentos para suprir as exigências de crescimento da economia. O preço do gás natural para abastecer a indústria sobe de preço em julho. O percentual não está definido. Depende da variação da cotação do dólar e da cesta de combustíveis. No trimestre abril-junho, a variação da cesta é de aproximadamente 20%. A flutuação do dólar para este efeito será conhecida no último dia de junho. Por aí, já dá um bom indicador do que pode ocorrer. Há negociações para que o reajuste aconteça uma vez por ano - hoje a mudança é trimestral. Reduzir o preço, a curto prazo, é (quase) inviável. Além dos componentes técnicos e econômicos, há outro fator, de natureza política a influir no assunto: a Bolívia terá eleições presidenciais em agosto. O tema é estratégico nesta hora. Rogério Bezerra Lima, diretor financeiro e de planejamento da SCGás, voltou quinta-feira de reunião na Bolívia, quando estes temas foram discutidos. "Mostramos a eles que toda a cadeia produtiva precisa ganhar." Novas conversas acontecerão no final de junho ou início de julho. Hoje, a SCGás vende 770 mil metros cúbicos/dia. "Com redução de preço do gás e do seu transporte, há demanda para vendermos mais 400 mil m3", estima Bezerra Lima.
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