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12/07/2002Gás veicular de PE é o mais caro do Nordeste - Pesquisa da ANP mostra que preço médio no Estado está em R$ 0,85

O motorista pernambucano, que já não tinha muitas dúvidas, agora pode ter certeza. O levantamento semanal de preços da Agência Nacional do Petróleo (ANP) aponta o gás natural veicular (GNV) comercializado no Estado como o mais caro de todo o Nordeste. O preço médio encontrado foi de R$ 0,85. Mas o metro cúbico é vendido por até R$ 0,88. A alta reflete o aumento repassado para os consumidores na semana passada. Foi o segundo reajuste do ano. Apesar de ser o maior consumidor nordestino de GNV, Pernambuco também paga o preço por não ser produtor e ter de trazer o gás de Guamoré, município potiguar a 400 quilômetros de distância. O custo do transporte acaba encarecendo o produto. "Infelizmente, por causa da legislação não podemos fazer nada. Ficamos mais distantes e pagamos pelo transporte. Mas estamos em contato com a Petrobras e a ANP para tentar reduzir esse custo em função do volume. Não é justo para o maior consumidor da Região", afirmou o presidente da Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), Romero Oliveira. Enquanto isso não acontece, o pernambucano, que chega a gastar mais de R$ 2 mil para fazer a conversão do carro para gás natural, deve continuar pagando mais caro pelo produto. No Nordeste, Rio Grande do Norte e Sergipe são os estados com preço mais baixo. Nos dois estados, o metro cúbico custa em média R$ 0,769. Os pesquisadores da ANP visitaram 18 dos 23 postos que comercializam GNV no Estado entre os dias 30 de junho e 6 de julho. Dos 14 estados que têm pontos de venda do produto no País, Pernambuco ocupa a quinta posição no ranking dos mais caros. Santa Catarina tem o maior preço (R$ 0,949 por metro cúbico). Por conta da alta dos preços, o volume de GNV comercializado diariamente no Estado, que vinha crescendo, pode se estabilizar por algum tempo. Hoje, a média diária chega a 190 mil metros cúbicos. Mas a meta de chegar a 50 postos e 300 mil metros cúbicos/dia comercializados até o final do ano será revista pela companhia. Entre 2000 e 2001, a participação do segmento automotivo nas vendas da Copergás saltou de 10,27% para 20,70%, passando de 60 mil metros cúbicos para 140 mil metros cúbicos diários. Em 2001, o volume total de gás natural comercializado pela Copergás diariamente (incluindo aí indústria e co-geração) foi de 723,7 mil metros cúbicos. Entre os últimos dias 3 e 9 de julho, a companhia bateu seu recorde, ao comercializar 818 mil metros cúbicos/dia. A Copergás vem se mantendo em segundo lugar no ranking das companhias distribuidoras do Nordeste, atrás apenas da Bahiagás.
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