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17/07/2002Taxistas exigem mais oferta de gás - Um posto na Zona Norte oferece combustível, apesar de canalização estar adiantada

DULCI EMERIM Embora as obras de tubulação do gás veicular na Capital estejam adiantadas, proprietários de veículos que utilizam o combustível reclamam da falta de postos de abastecimento. Taxistas e proprietários de empresas que instalam o kit de conversão em carros a álcool e a gasolina culpam a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) pela demora em liberar postos para funcionamento. Segundo a Sulgás, empresa responsável pela instalação das tubulações de gás veicular na Capital, o cronograma das obras está em dia. O presidente da Sulgás, Giles Azevedo, acredita que o encanamento estará concluído antes do prazo previsto, dezembro. No momento, o canteiro de obras se estende por 25 quilômetros nas avenidas Ipiranga, do Forte e João Wallig e na Rua Cristiano Fischer. Apesar de a tubulação concluída estar em condições de levar gás a cinco ou seis postos, apenas um fornece o combustível. Com a demora no aumento da oferta de gás, as empresas convertedoras começaram a perder clientes. Pelo menos uma encerrou as atividades. Sem a ampliação da rede de abastecimento, os empresários dizem que o interesse dos motoristas pelo sistema está diminuindo. O presidente da Associação dos Convertedores de Veículos a Álcool e a Gasolina para Gás Natural Veicular (Ascongás), José Carlos Maio, promete organizar um protesto de taxistas contra a demora da prefeitura em autorizar o funcionamento de um posto de combustíveis na Avenida Farrapos, que estaria pronto para operar. Para o presidente do Sindicato dos Taxistas Autônomos de Porto Alegre, Walter Barcellos, é difícil que o representante dos empresários consiga mobilizar os taxistas. Ele concorda com as críticas de Maio. Para que a troca da gasolina pelo gás seja um bom negócio, são necessários mais postos. Com autonomia menor do que os veículos movidos a gasolina e a álcool, os que usam gás têm de ser abastecidos com mais freqüência. Barcellos pretende pedir uma audiência com o prefeito João Verle, nos próximos dias, para reivindicar mais agilidade na instalação dos postos fornecedores de gás veicular No final de 2000, em seminário realizado pela Sulgás para divulgar o GNV, empresários foram estimulados a entrar no negócio com a perspectiva de que, até o final de 2001, haveria 15 postos no Estado. Dez deles em Porto Alegre.
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