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ESCLARECIMENTOS SOBRE A TARIFA DO GNV PRATICADA EM SANTA CATARINA

Sobre a variação na tarifa do GNV (Gás Natural Veicular) a partir de janeiro de 2021 em Santa Catarina, a SCGÁS informa:

No final de 2020, a Aresc (Agência Reguladora dos Serviços Públicos de Santa Catarina) anunciou um reajuste de 30,17% na tarifa praticada aos postos de GNV, que passou a custar R$ 2,084 por metro cúbico a partir de 1º de janeiro. Entretanto, a SCGÁS enfatiza que, considerando os últimos 12 meses, o aumento efetivo foi de 5,53%. 

O reposicionamento da tarifa acontece em razão da variação do custo do gás e do transporte do último semestre. Esses componentes consideram as oscilações do preço do petróleo tipo brent no mercado internacional, que teve forte reação de preço após o primeiro período da crise provocada pela Covid-19. 

No mês de julho de 2020, era esperado um aumento do custo do gás, conforme indicavam as projeções. No entanto, em função da Pandemia, que derrubou o preço do Petróleo no mercado internacional, houve uma redução de -14,2% na tarifa média do gás natural praticada ao mercado catarinense. Como o Petróleo retornou ao seu patamar de preço no pré-crise, a presente variação do custo do gás natural anunciada a partir de janeiro de 2021 considera esta retomada, abrangendo também a redução de tarifa repassada ao mercado em julho de 2020.

Por isso, nos últimos 12 meses o aumento foi de 5,53%, já que em janeiro de 2020 o GNV custava R$ 1,941 o metro cúbico e houve redução de -14,2% na tarifa praticada pela SCGÁS aos postos de combustíveis em julho. Ressalta-se que o preço que os postos revendem o GNV ao consumidor final é definido por política comercial específica de cada revenda ou bandeira.

Enquanto combustíveis como a gasolina e o etanol oscilam seus preços de forma periódica, o GNV sofre apenas dois reajustes ordinários durante o ano. A tarifa praticada pela SCGÁS é regulada e os repasses acontecem em janeiro e julho, sendo que o preço final ao usuário ocorre de forma livre, assim como nos combustíveis líquidos.

Destaca-se, por fim, que, desde o início do atendimento ao mercado automotivo no ano 2000, o GNV mantém destacada vantagem competitiva frente aos combustíveis líquidos, sendo a melhor opção para os usuários que rodam bastante, buscam economia e utilizam seu veículo como instrumento de trabalho. Mesmo após reajuste, estima-se uma economia de 30% do GNV em relação à gasolina.




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